Com orçamento de R$ 40 milhões, iniciativa precisará de 200 pesquisadores em todo o Brasil
informações da Agência CNA
A senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da CNA
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), lança, nesta segunda-feira (06/12), o Projeto Biomas na Conferência das Partes sobre o Clima (COP-16), da Organização das Nações Unidas (ONU).
O programa vai, ao longo de nove anos, promover pesquisas e compartilhar informações dos seis biomas nacionais (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pantanal e Pampas) para conciliar produção de alimentos com responsabilidade ambiental. A missão é fazer frente à demanda crescente por comida. Em 2050, o mundo deverá ter por volta de 9 bilhões de habitantes, gerando necessidade de aumento de 70% na produção de alimentos.
No momento, segundo a CNA, estão sendo demarcadas e estudadas várias unidades demonstrativas do Projeto Biomas, que servirão de exemplos de técnicas de produção ecologicamente correta. Estima-se que sejam utilizadas no projeto entre entre 3 mil e 7,5 mil propriedades.
"Vamos mostrar ao mundo que o Brasil não é apenas um grande produtor de alimentos, mas que suas práticas agrícolas são baseadas em sólidas técnicas científicas e ambientalmente sustentáveis", diz a presidente da confederação, a senadora Kátia Abreu (DEM-TO).
Para alcançar seu o objetivo, a iniciativa deverá contar com cerca de 200 pesquisadores espalhados pelo território brasileiro, além de manter parcerias com cooperativas, empresas estaduais e municipais de assistência técnica rural, de meio ambiente e de pesquisa agrícola.
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