quarta-feira, 6 de maio de 2015

PLANO DE DEFESA AGROPECUÁRIA

A presidenta Dilma Rousseff anunciou, hoje (6), a descentralização de serviços de inspeção federal de produtos agropecuários. Com a mudança, 2,6 mil estabelecimentos da agricultura familiar passam, automaticamente, a constar no sistema e podem comercializar os produtos em todo o Brasil. A medida faz parte do Plano de Defesa Agropecuária 2015/2020, do Ministério da Agricultura Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, acompanhou a cerimônia de lançamento do plano no Palácio do Planalto.
Foto: Albino Oliveira

terça-feira, 5 de maio de 2015

Estudo mostra que é possível conciliar recuperação florestal e expansão agrícola

O Instituto Internacional para Sustentabilidade sustenta que a restauração florestal pode coexistir sem problemas com a agricultura, embora isso pareça um dos grandes desafios para a sustentabilidade ambiental e social global. Em artigo publicado no último dia 1º, na revista norte-americana Frontiers in Ecology and the Environment, pesquisadores do instituto mostram que para isso existe a conjugação entre um componente dentro da fazenda e outro componente de planejamento de política pública espacial.

O diretor executivo da entidade, Bernardo Strassburg, disse nesta segunda-feira (4) à Agência Brasil que já existem iniciativas que identificam áreas dentro da fazenda que são mais aptas para a produção agrícola, com investimentos para o aumento de produtividade, enquanto áreas com menor potencial de produtividade agrícola são destinadas à restauração florestal. “Isso já começa a acontecer em várias regiões do Brasil, até por causa do Código Florestal”, lembrou ele.

Strassburg ressaltou que, paralelamente a isso, é essencial que se identifique, com planejamento espacial de política pública, em que áreas há maior potencial para o desenvolvimento e a expansão da produção agrícola e quais as regiões em que, pela sua importância ecológica ou por uma questão relacionada à água ou a outros serviços ecossistêmicos, devem ser priorizadas para restauração florestal.

A proposta tem como foco principal as áreas de pastagens. Strassburg lembrou que 75% da área destinada à agropecuária no Brasil são direcionados a pastagens. Ele ressaltou que a maior saída para a conciliação da expansão agrícola com a conservação e restauração do meio ambiente está nas áreas de pastagens, “porque elas dominam territorialmente a área total no país”. Tomando por base que a produtividade é baixa nas áreas de pastagens, em relação ao potencial dessas regiões, os estudos feitos pelo instituto atestaram a capacidade de suporte sustentável dessas pastagens. Uma área que tem hoje uma cabeça de gado por hectare, segundo ele, poderia ter três cabeças, “ainda de forma sustentável”.

De acordo com o instituto, há uma identificação sustentável das pastagens, e muitas áreas podem ser liberadas para outros usos. No caso do Espírito Santo, que foi o exemplo citado no artigo, os outros usos consistem na expansão de áreas agrícolas, como destinadas ao café; de áreas de produção florestal e silvicultura, como eucalipto; e de áreas de recuperação florestal nativa.

“É através do aumento da produtividade das pastagens que se consegue liberar áreas para o aumento da agricultura e para o aumento de florestas nativas”, destacou o diretor. O instituto analisou dois programas lançados pelo governo do Espírito Santo que visam à restauração planejada da área: o Plano de Desenvolvimento da Agricultura (2008) e o Programa Reflorestar (2011) – ambos com metas ambiciosas nas frentes ambiental e agrícola.

Os programas objetivam restaurar 236 mil hectares de floresta em larga escala, até 2025; aumentar em 50% a cobertura florestal nativa no estado; e expandir em 284 mil hectares as áreas dedicadas a culturas agrícolas e em 400 mil hectares as plantações florestais. Strassburg salientou que as duas metas são factíveis, simultaneamente.

MDA anuncia investimentos de R$ 95 mi inclusão dos estabelecimentos da agricultura familiar no CAR

Agricultores familiares de todo o País terão mais tempo para inscrever as propriedades no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Em coletiva à imprensa, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, anunciaram a prorrogação do prazo no CAR por mais um ano. A ação, em caráter único, já estava prevista em lei e passa a valer a partir desta terça-feira (05.05).

Além do prazo, os produtores familiares poderão contar com o apoio da Assistência Técnica e Extensão Rural para a inscrição do imóvel no cadastro. "Vamos investir R$ 95 milhões, para que os agricultores que recebem ou que vão receber a assistência técnica neste período possam ser cadastrados no registro ambiental. Nós vamos cumprir as metas que seguem essa prorrogação, porque queremos uma agricultura familiar sustentável e que conviva de forma saudável com a natureza", ressaltou Patrus.

Até o momento, foram cadastrados 196.767.410 hectares, totalizando 52,8% da área esperada no registro. Das inscrições, 45% dos proprietários ou posseiros solicitaram voluntariamente o Programa de Regularização Ambiental (PRA), para recuperação dos passíveis ambientais. Além disso, do total de estabelecimentos cadastrados, 87% deles são da faixa de até quatro módulos fiscais, que é o limite de área para os estabelecimentos da agricultura familiar.

Em relação aos assentamentos da reforma agrária instituídos pelo Governo Federal, 4.425 já estão inscritos no Cadastro Ambiental Rural e 2.571 estão em processo de inclusão. Com isso, 722 mil famílias de produtores rurais passam a fazer parte do registro que é obrigatório aos produtores brasileiros.

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, saudou a atuação do MDA e do Incra na inclusão dos assentamentos na base de dados do CAR. "Quero fazer o meu reconhecimento a toda equipe do Ministério do Desenvolvimento Agrário e do Incra. O Governo Federal cumpriu 100% do prazo, para o dia 5 de maio de 2015. Isso mostra um trabalho exitoso", reconheceu.

Assistência Técnica e Extensão Rural e o CAR

Em 2015, serão investidos R$ 310 milhões para Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Desse total, R$ 95 milhões serão destinados, exclusivamente, dos estabelecimento assistidos no CAR, entre os serviços prestados pelos agentes de Ater. Tanto as chamadas vigentes como as novas, lançadas em 2015, contemplarão, entre o conjunto de atividades, a inscrição da unidade produtiva no cadastro ambiental.

Com isso, serão 5,9 mil agentes distribuídos por todo o Brasil que apoiarão mais de 418 mil produtores rurais no cumprimento da lei. "Temos uma parceria com o Ministério do Meio Ambiente que fará a capacitação desses agentes para a utilização do sistema do CAR", explicou o secretário da Agricultura Familiar (SAF/MDA), Onaur Ruano.

CAR

O Cadastro Ambiental Rural foi criado pela Lei 12.651/2012 e é um registro público eletrônico de âmbito nacional. O cadastro é obrigatório para todos os imóveis rurais do País e tem a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo a base de dados para monitoramento, planejamento ambiental e econômico e o combate ao desmatamento.

A prorrogação do prazo só pode ser feita uma vez e em igual período como determina a lei do Código Florestal. Isso significa que, até maio de 2016, os agricultores de pequenas, médias e grandes propriedades devem estar no registro ambiental.

O cadastro tem como base as informações de área apontadas no Censo Agropecuário de 2006, produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Ibge).
 MDA anuncia investimentos de R$ 95 mi inclusão dos estabelecimentos da agricultura familiar no CAR

Ministro discute parceria para ampliar o programa Mais Alimentos

O ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), Patrus Ananias, recebeu, nesta segunda-feira (04), o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Carlos Pastoriza para discutir estratégias de ampliação para o programa Mais Alimentos, a fim de estimular a modernização produtiva das propriedades familiares.

Segundo o ministro, o Mais Alimentos permite que a agricultura familiar tenha acesso à tecnologia de ponta, além de fortalecer a indústria interna. “O Mais Alimentos é um programa que têm dado ótimos resultados, que influencia positivamente na vida das famílias e contribui para o desenvolvimento do País. Queremos fortalecer o programa e ampliar a participação no mercado externo. Já temos parcerias com Gana, Senegal, Moçambique, Zimbábue, Quênia e Cuba, por meio do Mais Alimentos Internacional. Vários outros países também desejam aderir ao programa”, ressaltou.

Durante o encontro, o presidente da Abimaq, Carlos Pastoriza, ponderou que o programa teve papel fundamental no crescimento da indústria brasileira de máquinas e na garantia de empregos, além de superar a imagem ultrapassada relacionada à agricultura familiar. “O MDA foi imprescindível para mudar a imagem de que apenas grandes agricultores podiam financiar e utilizar máquinas de alta tecnologia”, disse.

Mais Alimentos

Criado em 2008 pelo MDA, o Mais Alimentos é uma linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que financia investimentos em infraestrutura produtiva para a agricultura familiar, como a aquisição de máquinas, equipamentos e insumos agrícolas.

O programa fornece crédito a juros de 1% a 2% ao ano, com até três anos de carência, e prazos de até dez anos para pagar. A iniciativa financia projetos individuais de até R$ 300 mil e coletivos de R$ 750 mil.
 Ministro discute parceria para ampliar o programa Mais Alimentos

segunda-feira, 4 de maio de 2015

VACINE SEU REBANHO CONTRA A AFTOSA

Vamos juntos fazer com que o Brasil, Com a vacinação, continue livre da febre aftosa.
Acesse: http://www.agricultura.gov.br/campanha-aftosa e confira o calendário de vacinação do seu estado.Assista também ao vídeo do passo a passo de como realizar a vacinação.
Ainda tem dúvidas? Entre em contato com o Ministério da Agricultura pelo telefone: 0800 704 1995.
Vacine seu rebanho. Não importa a raça.

AVALIAÇÃO DE SUPLEMENTAÇÃO MINERAL

Saiba se você está fornecendo a suplementação adequada ao seu rebanho, utilizando apenas três dados. Com os resultados obtido através da "Planilha de Avaliação de Suplementação Mineral", será muito mais fácil tomar decisões estratégicas para elevar a eficiência da suplementação e reduzir os gastos. Acesse agora http://goo.gl/qDmcIT
A planilha é uma ferramenta auxiliar na avaliação a suplementação mineral de bovinos de corte.


NOVA VARIEDADE DE BATATA DOCE

Uma nova variedade de batata doce, de cor alaranjada, começou a ser cultivada no Oeste do Paraná. A ideia veio da região Nordeste do país.
Veja os benefícios deste cultivo: http://ow.ly/MvdLU

AGRONEGÓCIO

Quer conhecer a maior feira de ‪#‎agronegócio‬ da região Norte do Brasil e ainda fazer bons negócios? Participe da ‪#‎RondoniaRuralShow‬, que será realizada de 27 a 30 de maio, no município de Ji-Paraná (RO).
Para mais informações, clique no banner do evento, publicado no site da Sociedade Nacional ‪#‎Agricultura‬: www.sna.agr.br.

CAR

Os ‪#‎produtoresrurais‬ terão mais um ano para se inscrever no ‪#‎CadastroAmbientalRural‬ (‪#‎CAR‬). O prazo terminaria amanhã, 5 de maio, mas o ministro interino do ‪#‎MeioAmbiente‬, Francisco Gaetani, informou que o governo decidiu mudar a data. Segundo ele, o decreto de adiamento será publicado na semana que vem. Continue lendo em sna.agr.br/?p=20277.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

FORMULAÇÃO DE RAÇÕES PARA GADO DE CORTE

Determine as exigências de proteína, energia, minerais e vitaminas de bovinos de corte, além da predição de consumo de alimentos, tudo tendo como base o NRC (2000) e Exigências Nutricionais de Zebuínos (2006). Serão abordados os princípios de formulação de rações, e por final o uso do programa BeefMax. Confira!! http://goo.gl/DWYr5I
Os alunos terão conhecimento de quais as análises de alimentos mais importantes, como caracterizar os alimentos em relação às frações...

CAR

Governo prorroga por um ano a inscrição no Cadastro Ambiental Rural. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, o decreto de adiamento será publicado na semana que vem http://www.canaldoprodutor.com.br/…/governo-prorroga-por-um…
O prazo terminaria na próxima terça-feira (5), mas o ministro interino do Meio Ambiente, Francisco Gaetani, disse hoje (30), em audiência na Comissão de Agricultura da Câmara, que o governo decidiu ad
canaldoprodutor.com.br|Por Confederação Nacional da Agricultura - CNA

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Pintainhas de Postura comercial: redução de 11% no primeiro bimestre


Pintainhas de Postura comercial: redução de 11% no primeiro bimestre
Segundo dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em fevereiro foram alojadas 6,730 milhões de pintainhas para produção de ovos brancos e vermelhos, representando redução mensal de 6,2% e anual de 12,7%.

O volume alojado no primeiro bimestre ficou em 13,9 milhões e representa queda de 0,8% sobre o bimestre anterior mas a redução é substancial em relação ao mesmo bimestre do ano passado: 11%. O volume do bimestre projeta 83,4 milhões de pintainhas alojadas para o ano, indicando redução de 11,3% sobre o total alojado em 2014.

Por ora, nos últimos 12 meses – Mar/14 a Fev/15 - o volume se encontra em 92,3 milhões de cabeças (76,71% delas destinadas à produção de ovos brancos) e, por enquanto, se encontra 0,7% abaixo do alojado no mesmo período imediatamente anterior.

Presidente da ABIMAQ diz que modernização da frota aumentaria em 10% a produtividade agrícola



Presidente da ABIMAQ diz que modernização da frota aumentaria em 10% a produtividade agrícola
Apesar do forte crescimento nas vendas de máquinas e implementos agrícolas ocorrida nos últimos dez anos, há ainda um potencial expressivo de aumento em decorrência da constante necessidade de modernização da frota. “A maior parte dos equipamentos está defasada, com uma idade média de 15 a 20 anos, resultando em menos eficiência e prejuízo para a produtividade. Acreditamos que se ocorrer essa modernização nos equipamentos, teríamos um incremento de 10% na produtividade geral do agronegócio”, avalia Carlos Pastoriza, presidente da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, uma das realizadoras da Agrishow 2015.

Para que o produtor consiga se modernizar, segundo Pastoriza, são necessárias algumas medidas. “A principal é o produtor estar capitalizado, o que ocorre atualmente, uma vez que a queda dos preços das principais commodities foi compensada pela valorização do dólar”, afirmou o presidente da ABIMAQ. Além disso, ele relaciona ainda os seguintes fatores: melhorar as condições de financiamento, com linhas de longo prazos, bom volume e juros condizentes; ampliação do seguro rural, hoje muito limitado; melhoria na logística geral de transportes no país para facilitar o escoamento da safra até os pontos de distribuição e os portos. “Além disso, precisamos ter a definição de uma política setorial de médio ou longo prazos. O Plano Safra, por exemplo, que está para ser anunciado, precisa ser plurianual, no mínimo de cinco anos, de forma que o produtor rural consiga ter um horizonte maior de planejamento”, conclui Pastoriza.

NOVA LINHA DE TRATORES MASSEY FERGUSON CONSOME MENOS COMBUSTÍVEL

A Massey Ferguson trouxe para a Agrishow 2015 sua nova série de tratores, a MF 6700R Dyna-4, composta por três modelos - MF 6711R, MF 6712R e MF 6713R -, que foi apresentada como conceito na edição anterior da feira. A nova família de tratores alia potência com desempenho sem abrir mão da economia de combustível e da rentabilidade operacional. Desenvolvido para trabalhos pesados e em variadas aplicações, como plantio, atividades de preparo do solo e pecuária, apresenta alta capacidade de levante no sistema hidráulico.

TOYOTA TEM BOAS PERSPECTIVAS PARA A AGRISHOW 2015

A Toyota apresenta na Agrishow 2015 uma versão exclusiva da Hilux Limited Edition, que conta com motor 3.0L 16V turbo e transmissão automática de cinco velocidades. A montadora japonesa também exibe em seu estande a Hilux SRV Top Diesel, o SW4 SRV, o Etios Cross, o híbrido Prios e o Corolla. A expectativa da fabricante é vender 150 unidades dos modelos Hilux e SW4. Em toda a linha de produtos da marca, a expectativa é comercializar 235 veículos.

MOTOR DE 510 HP MENOSPOLUENTE É A PRINCIPAL NOVIDADE DA CUMMINS NA AGRISHOW 2015

Apresentar seu novo motor QSG de 12 litros e potência máxima de 510 hp,especialmente projetado para equipar tratores, pulverizadores, colheitadeiras,entre outras máquinas utilizadas na agricultura. Esse é o objetivo principal da Cummins South America ao participar da Agrishow 2015. A nova motorização atende à legislação de emissões de poluentes e ruídos para máquinas agrícolas,incluindo o Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), que entrou em vigor em janeiro deste ano. Além do baixo consumo de combustível, o novo motor oferece extensão da troca de óleo por conta dos filtros produzidos pela Cummins Filtration. Isso envolve maiores intervalos de manutenção e aumento da produtividade.

Soja sobe com demanda aquecida e plantio atrasado


Soja sobe com demanda aquecida e plantio atrasado – Análise Agrolink
O preço da soja na Bolsa de Cereais de Chicago registrou na terça-feira (28.04) alta de 4 ½ centavos de Dólar nos contratos de Maio/15, fechando em US$ 9,775 por bushel. O contrato de Julho/15 subiu 4 ¼ centavos de Dólar, enquanto Agosto/15 aumentou 3 centavos de Dólar.

O mercado norte-americano da oleaginosa registrou a segunda sessão de alta consecutiva nessa semana, impulsionada pela demanda internacional aquecida. Os primeiros dados sobre a safra 2015/16 apontam que o plantio foi concluído em apenas 2% da área até o último domingo (26.04). No ano passado estava em 3%, e a média dos últimos cinco anos é de 6% para esse mesmo período.

Algodão/Cepea: valores se enfraquecem


Algodão/Cepea: valores se enfraquecem
Os preços do algodão em pluma se enfraqueceram nos últimos dias no mercado interno. O Indicador CEPEA/ESALQ com pagamento 8 dias, referente à pluma 41-4, posta em São Paulo, caiu 0,73% entre 20 e 28 de abril, indo para R$ 2,1828/lp. Já na parcial de abril, o acumulado continua positivo em 4,66%.

Segundo pesquisadores do Cepea, as negociações diminuíram na semana passada devido ao feriado de Tiradentes. Além disso, é evidente a comercialização de lotes de qualidades inferiores, especialmente de pluma com alguma coloração, destinada tanto para mercado interno como externo.

Parte das indústrias está recebendo a pluma contratada anteriormente, enquanto outras vão ao mercado, mas para adquirir apenas o necessário para o curto prazo. Apesar dessa postura retraída, resta pouca quantidade de pluma referente à safra 2013/14, especialmente de tipos finos (41-4 para melhor), o que leva vendedores que possuem esses tipos de lotes a permanecerem firmes nos valores pedidos.

Exportações brasileiras de açúcar devem fechar abril em queda


Exportações brasileiras de açúcar devem fechar abril em queda
Os embarques diários somaram 24,20 mil toneladas, uma queda 70,7% em relação as 82,60 mil toneladas exportadas no mês anterior.

Caso este ritmo se mantenha, o país deverá fechar o mês com 532,40 mil toneladas exportadas, volume 70,7% inferior ao consolidado de março e recuo de 37,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

A tonelada do açúcar bruto para exportação está cotada, em média, em US$334,30, uma queda de 1,8% frente ao preço médio de março.

Mercado do boi gordo pressionado em boa parte do país


Mercado do boi gordo pressionado em boa parte do país
Apesar de o aumento da oferta observado desde a última semana não ter sido grande, foi suficiente para alongar as programações e gerar pressão de baixa em diversas regiões.

Em São Paulo as programações de abate atendem entre quatro e cinco dias, na maioria dos casos, mas existem escalas maiores.

O preço de referência cedeu no estado e ficou em R$149,50/@ (28/4), à vista. Foram verificados negócios em valores menores.

Houve queda em oito, das trinta e uma praças pesquisadas. Os preços subiram no Oeste do Maranhão, Norte do Tocantins e Oeste da Bahia.

No mercado atacadista, apesar da expectativa de aumento da demanda com a virada do mês, a oferta um pouco maior tem ditado o cenário e existe possibilidade de recuo.


UE investe 130 milhões de euros na exportação de carnes


 UE investe 130 milhões de euros na exportação de carnes
A possibilidade de ampliação das exportações brasileiras de carnes - surgida, primeiro, com o embargo russo à maioria de seus fornecedores tradicionais e, mais recentemente, com a ocorrência de sucessivos surtos de Influenza Aviária na avicultura dos EUA – pode ter pela frente um novo obstáculo. É que a Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, acaba de destinar verba no valor de 130 milhões de euros – o correspondente a mais de R$400 milhões – para estimular as exportações do bloco.

O incentivo vem na esteira do embargo russo às carnes em geral e a uma série de outros alimentos. E – o que é raro na história da União Europeia, segundo os analistas – a maior parte da verba será aplicada em compradores extra-UE, ou seja, em países não integrantes da União Europeia.

Sob esse aspecto, os clientes-alvo foram previamente definidos: África, Sudeste Asiático, América do Norte, China, Japão e Cazaquistão, entre outros. Mas uma pequena parcela estará sendo aplicada por alguns produtores da UE no próprio mercado interno. Assim, países como Polônia, Escócia e Áustria irão investir na ampliação das exportações de carnes para Alemanha, Holanda, Bélgica e Dinamarca, entre outros vizinhos. 



Ovos: excesso de ofertas no atacado e varejo impoe novo retrocesso no preço


Ovos: excesso de ofertas no atacado e varejo impoe novo retrocesso no preço
Na quarta-feira, 28, segundo dia útil da semana, o preço da caixa de ovos não se sustentou e sofreu novo retrocesso - 2º da semana, 9º do mês, 20º do ano – e foi comercializada por R$48,00.

Por ora, o preço médio está em R$56,05 e representa redução de 21,25% em relação a abril do ano passado. Em relação ao mês anterior, março, a redução já representa 12,8%.

Segundo a Jox Assessoria Agropecuária www.jox.com.br o mercado permanece ofertado tanto no atacado como no varejo e, por isso, os preços não encontram um patamar de estabilidade. Fica a expectativa de que o feriado possa provocar antecipações.

Milho/Cepea: maior oferta segue pressionando cotação



Milho/Cepea: maior oferta segue pressionando cotação
No mercado brasileiro de milho, a oferta tem prevalecido sobre a demanda. Até meados de março, havia a perspectiva de que a área do cereal na segunda safra diminuísse em relação a 2014. Mais recentemente, no entanto, vê-se que a área não será muito diferente da anterior e o clima segue favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Na Argentina, a produtividade das lavouras colhida também está em bons níveis e, nos Estados Unidos, o ritmo de cultivo segue melhor do que no ano passado. Pode-se dizer que há boa disponibilidade de milho no Brasil. Os preços que estavam subindo até março, tiveram quedas expressivas em abril, resultando em perdas na parcial do ano.

Ao longo deste ano (até o dia 28 de abril), na média das regiões pesquisadas pelo Cepea, o preço do milho cedeu 6,2% no mercado de balcão (ao produtor) e 5,7% no de lotes (negociação entre empresas). 


Custo de produção da pecuária leiteira caiu em abril


Custo de produção da pecuária leiteira caiu em abril
O Índice Scot Consultoria de Custo de Produção da Pecuária Leiteira caiu 1,7% em abril, na comparação mensal. Analisando as variações de preços, a queda veio principalmente dos concentrados energéticos, cuja redução foi de 4,7%.

A maior disponibilidade interna, com a colheita do milho de primeira safra concluída, tem contribuído para a queda dos preços no mercado brasileiro.

Os concentrados proteicos também tiveram ligeira desvalorização no período, 0,8%. Na comparação anual, o custo de produção da pecuária leiteira teve queda de 3,5%.

Exportações de carne bovina melhoram em abril, mas não superam o ano passado


Exportações de carne bovina melhoram em abril, mas não superam o ano passado

As exportações brasileiras de carne bovina in natura totalizaram 69,76 mil toneladas até a quarta semana de abril. A média diária foi de 4,36 mil toneladas embarcadas, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O volume aumentou em relação a março. Com base na média diária, o incremento foi de 16,9%.

No entanto, as exportações não superaram o volume embarcado no mesmo período do ano passado, cenário comum desde o início do ano.

Embora as exportações representem entre 15,0% e 20,0% da produção brasileira, as vendas externas colaboram com o escoamento do produto e a regulagem dos estoques das indústrias.

Embraer projeta estabilidade na venda de aviões agrícolas em 2015


Embraer projeta estabilidade na venda de aviões agrícolas em 2015

RIBEIRÃO PRETO, São Paulo (Reuters) - A divisão de aviação agrícola da Embraer projeta vender 39 aeronaves em 2015, número praticamente estável ante as 38 unidades comercializadas em 2014, em meio a um aperto no crédito para produtores rurais no Brasil, disse um executivo da companhia nesta terça-feira.

A Embraer lançou um novo modelo do avião Ipanema, usado na pulverização de defensivos em lavouras. O produto foi apresentado ao público pela primeira vez esta semana, na feira Agrishow, em Ribeirão Preto (SP), maior evento da América Latina do setor de máquinas agrícolas.

A média histórica de vendas do Ipanema é de 50 unidades por ano, tendo chegado a 70 unidades em 2013. A queda no ano passado e em 2015 é creditada a uma retração na confiança dos produtores e na oferta de crédito, fenômeno que afetou também as vendas de máquinas agrícolas como colheitadeiras e tratores nos últimos meses.

"O crédito é fator imprescindível para a tomada de decisão... A questão do crédito impacta vendas", disse à Reuters o gerente comercial da Embraer para o projeto Ipanema, Fábio Bertoldi, lembrando que 95 por cento das vendas deste tipo de avião são financiadas.

O novo modelo, chamado de 203, é mais potente, carrega mais defensivos e tem asas maiores, que permitem maior área de pulverização. A empresa continua vendendo os modelos da linha 202.

O Ipanema começou a ser fabricado em 1972 e é o modelo mais longevo do portfólio da Embraer. Nessas mais de quatro décadas, 1.360 aeronaves foram vendidas e cerca de mil ainda estão voando, garantindo à fabricante fatia de mais de 60 por cento do mercado de aviões agrícolas no país.

Com preço de venda de 1,25 milhão de reais para o novo modelo e de 1,02 milhão para o antigo, o Ipanema é o avião mais barato da Embraer, bem abaixo dos 4 milhões de dólares cobrados pelo jato executivo mais barato da empresa.

As vendas do Ipanema são contabilizadas dentro da categoria "outras receitas" da Embraer, que representaram 1,2 por cento do faturamento da companhia em 2014.

PROIBIÇÃO DO GLIFOSATO

Lideranças do agronegócio elaboram um documento para mostrar o impacto caso o agroquímico seja banido no Brasil. http://crur.al/1JS3BVX
Caso seja banido, os produtores teriam que retornar as lavouras para o cultivo convencional
canalrural.com.br|Por Canal Rural

AFTOSA

 A campanha começa nesta sexta-feira e vai até o dia 31 de maio em Mato Grosso. http://goo.gl/UKhY6c

COTAÇÃO DO BEZERRO

O preço superou o aumento de 0,45% no preço do boi gordo http://goo.gl/OT3eLy

TERITÓRIO BRASILEIRO

[AGROPECUÁRIA] 35,7% do território brasileiro está protegido sob controle estatal. http://goo.gl/TOcGHh

Agro Sustentável

Vamos discutir a relação de perdas e desperdícios com segurança alimentar e nutricional?
Nesta quinta-feira, dia 30 de abril, a Embrapa Agroindústria de Alimentos recebe especialistas que debaterão o assunto para avançarmos no conhecimento e nas possíveis soluções para problemas relacionados à perda e desperdício de alimentos.
As inscrições são gratuitas. Mais informações pelo telefone: (21) 3622-9650 ou pelo e-mail agroindustria-de-alimentos.eventos@embrapa.br.
Leia mais aqui: http://bit.ly/1Dv9a7J
Este é mais um evento de contribuição para a 5ª Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional que acontecerá em novembro.

terça-feira, 28 de abril de 2015

Acesse aqui a cartilha com mais informações sobre como se cadastrar no CAR




Veja aqui o que prevê o novo Código Florestal





Acompanhe aqui o passo a passo para preencher o CAR




CAR

O Cadastro Ambiental Rural – mais informações:

Uma das novidades mais importantes do novo Código Florestal é o Cadastro Ambiental Rural, conhecido como CAR.
O CAR é um cadastro que traz as informações das áreas ambientais protegidas nos imóveis rurais do País. Pela nova lei, é obrigatório que todos os imóveis rurais - propriedades ou posses - sejam inseridos no CAR. Assim, proprietários e posseiros tem até o dia 5 de maio de 2015 para cadastrar suas propriedades ou posses no CAR. É muito importante que os agricultores procurem informações de como fazer o CAR.
Depois do ano de 2017, quem não estiver com sua propriedade cadastrada no CAR não poderá mais acessar o crédito rural. Mas é importante saber também que quem não estiver cadastrado até o dia 5 de maio de 2015 estará descumprindo uma determinação da lei.
Depois de fazer o cadastramento os proprietários podem também aderir ao Programa de Regularização Ambiental, o PRA. Ao aderir ao Programa o proprietário ou posseiro informa como irá recuperar as áreas degradadas caso precise fazer isso. Assim, a propriedade passa a ser considerada em processo de regularização e as multas ambientais que tinha antes de junho de 2008 serão suspensas. E, também, não poderá ter novas multas de áreas desmatadas irregularmente antes de 2008. Mas isso somente se a propriedade estiver cadastrada no CAR.
O que é o CAR – Cadastro Ambiental Rural?
É um cadastro eletrônico que deve conter os dados básicos das propriedades rurais. O cadastro é obrigatório a todas as propriedades e posses rurais e os dados informados são declaratórios (como é, por exemplo, a declaração do Imposto de Renda), de responsabilidade do proprietário ou possuidor rural. Os dados do CAR farão parte do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural – o SIC AR, que ficará sob responsabilidade do Ministério do Meio Ambiente e do Ibama.
Para que serve o CAR?
O CAR é a principal ferramenta prevista na nova lei florestal para a conservação do meio ambiente, a adequação ambiental de propriedades, o combate ao desmatamento ilegal e o monitoramento de áreas em restauração, auxiliando no cumprimento das metas nacionais e internacionais para manutenção de vegetação nativa e restauração ecológica de ecossistemas.
Quem deve se inscrever no CAR?
Todas as propriedades ou posses rurais devem ser inscritas no CAR. Isso independe da situação de suas terras: com ou sem matrícula, registros de imóveis, ou transcrições. O intuito do CAR é a regularização ambiental, e não a regularização fundiária.
É importante que os proprietários e posseiros saibam que o cadastramento no CAR é gratuito, ou seja, não é preciso pagar nenhuma taxa para cadastrar a propriedade.
Quais as vantagens em fazer o cadastro?
O CAR facilitará a vida do proprietário rural na obtenção de licenças ambientais, pois a comprovação da regularidade da propriedade acontecerá por meio da inscrição e aprovação do CAR e o cumprimento no disposto no Plano de Regularização Ambiental. Com isso, não haverá mais a necessidade de procedimentos anteriormente obrigatórios, como a averbação em matrícula de Reservas Legais no interior das propriedades. Todo o procedimento para essa regularização poderá ser feito online.
Como cadastrar?
Para cadastrar o imóvel rural no CAR é preciso acessar o Sistema de Cadastro Rural, o Sicar, no endereço www.car.gov.br. É preciso baixar o programa do CAR no computador e seguir os passos para cadastramento. O site traz também as explicações de como fazer o cadastro das propriedades. Alguns estados já têm seu próprio sistema de cadastro ambiental rural e quando for assim o proprietário deve acessar o sistema de seu estado para fazer o cadastramento.
Onde buscar informações, além da internet?
Os sindicatos de trabalhadores rurais, as associações dos produtores e as cooperativas podem ajudar os agricultores com informações sobre como fazer o CAR. E o poder público municipal, estadual e federal também deve dar apoio para cadastramento dos imóveis rurais com área menor que 4 Módulos Fiscais.

Não deixe de se cadastrar! Essa é a garantia que sua propriedade estará em processo de regularização ambiental.




quarta-feira, 8 de abril de 2015

Preços dos alimentos (carnes inclusive) continuam em queda, diz FAO


Preços dos alimentos (carnes inclusive) continuam em queda, diz FAO
08/04/15 
O índice FAO de preços dos alimentos retrocedeu em março à marca dos 173,8 pontos, mesmo nível registrado em meados de 2012. Esse resultado significou queda de 1,5% sobre o mês anterior e de 18,7% sobre março de 2014.

Conforme comenta a própria FAO, a queda registrada de fevereiro para março foi influenciada principalmente pelo açúcar, mas teve a participação também – embora em menor escala – dos óleos vegetais, dos cereais e das carnes.

Análise adicional aponta que nos últimos 12 meses o índice geral de preços dos alimentos sofreu redução da ordem de 7% sobre idêntico período anterior, queda que foi causada pelos produtos lácteos (-26,1%), cereais (-9,8%), óleos vegetais (-15,2%) e açúcar (-4,4%). Ou seja: só as carnes – que, na média, obtiveram aumento de preço de 8,5% - não influenciaram negativamente o índice geral.

De toda forma esse desempenho é efêmero visto que o preço médio alcançado pelas carnes em março correspondeu ao menor valor dos últimos dois anos e meio.

Maioria da população não consome porção de frutas e hortaliças sugerida pela OMS


Maioria da população não consome porção de frutas e hortaliças sugerida pela OMS
08/04/15
Pesquisa mostra que 24,1% dos brasileiros ingerem a quantidade de frutas e hortaliças recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A quantidade recomendada é 400 gramas diários, em cinco ou mais dias da semana. Entre os homens, o percentual verificado pela pesquisa é ainda menor: apenas 19,3% atendem às recomendações. Entre as mulheres, o consumo atinge 28,3% do total.

Os dados, que fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2014, foram divulgados nesta terça-feira (07.04) pelo Ministério da Saúde.

O estudo mostra ainda que 29,4% da população ainda consomem carne com excesso de gordura. Os homens ingerem duas vezes mais: 38,4%. Entre as mulheres o índice é 21,7%. Os números indicam também que o brasileiro tem diminuído a ingestão de refrigerante – item que caiu 20% nos últimos seis anos. Entretanto, mais de 20% da população ainda tomam desse tipo bebida cinco vezes ou mais na semana.

Em relação aos alimentos mais consumidos pelos brasileiros, o Vigitel mostrou que o consumo regular do feijão em cinco ou mais dias da semana está presente em uma escala correspondente a 66% da população. O percentual foi maior entre os homens – 73% – ao passo que, entre as mulheres, o consumo de feijão equivale a 61%.

Brasileiro é eleito para a presidência do Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da OMC


Brasileiro é eleito para a presidência do Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da OMC
08/04/15
Diplomata e conselheiro da missão do Brasil junto à Organização Mundial do Comércio (OMC), o brasileiro Felipe Hees foi eleito para a presidência do Comitê de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (SPS) da OMC. “Como presidente, compete a mim, com o auxílio do Secretariado da OMC, conduzir os trabalhos regulares, sobretudo aqueles relativos às diversas notificações que os Membros devem fazer de acordo com o disposto no Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias”, afirmou Felipe. “Na função de presidente, espera-se que minha atuação seja equilibrada, num constante esforço para alcançar o consenso”, disse. O novo presidente ocupará o cargo no próximo ano.

De acordo com o diplomata, o tema que tenderá a exigir mais trabalho é o relativo à implementação do artigo 13 do Acordo. “O dispositivo versa sobre a aplicabilidade das regras e dos princípios do Acordo às entidades não governamentais. Trata-se daquilo comumente referido como padrões privados”, disse. “Por um lado, os EUA, União Europeia, Noruega, Suíça, Austrália e Canadá, entre outros, defendem que o Acordo não tem qualquer aplicação aos critérios sanitários e fitossanitários estabelecidos por entidades privadas, mesmo se forem discriminatórios ou desprovidos de lastro científico”, comentou. Por outro lado, segundo Felipe, os países em desenvolvimento, como Argentina, Brasil, Belize, África do Sul, Egito, entre outros, defendem que o Acordo se aplica aos padrões privados, e que estes não podem servir como justificativa para protecionismo e discriminação.

Perfil

Felipe é graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mestre em Ciências Econômicas, também pela Unicamp e doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB). Em 1998 tornou-se diplomata. Entre 2003 e 2007, serviu na missão do Brasil junto à OMC, em Genebra e na embaixada do Brasil na Austrália. Em Genebra foi negociador nas áreas de antidumping, subsídios, medidas compensatórias e salvaguardas. Negociou serviços, investimentos e comércio eletrônico no Mercosul, na Alca, nas negociações com a União Europeia e na OMC e foi diretor de Defesa Comercial no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O Comitê

Composto pelos 160 países membros da OMC, o Comitê monitora a aplicação do acordo comercial que trata da segurança alimentar, da saúde dos animais e da preservação dos vegetais e examina medidas tomadas pelos diferentes países que podem se transformar em contenciosos. Os países podem acionar o Comitê para tentar evitar disputas sobre normas adotadas por outros membros, que vão desde os limites máximos de resíduos de pesticidas nos alimentos até a prevenção de disseminação de parasitas nos frutos.

Embarques brasileiros de açúcar bruto aumentaram em março


Embarques brasileiros de açúcar bruto aumentaram em março
08/04/15 
Com uma média diária de 82,6 mil toneladas, o Brasil fechou março com 1,82 milhão de toneladas de açúcar bruto embarcadas, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O volume foi 124,0% maior que as 811,0 mil toneladas exportadas em fevereiro deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento foi de 59,8%.

Diante disso, e mesmo com a queda no preço da tonelada no mercado internacional, o faturamento aumentou.

Foram US$618,64 milhões em março contra US$281,30 milhões em fevereiro último, um incremento de 119,9%. Na comparação anual, a receita com as exportações aumentou 47,7%.

A tonelada do açúcar bruto fechou o mês passado cotada, em média, em US$340,50.

Alta do boi casado torna mais vantajosa a venda de carne com osso


Alta do boi casado torna mais vantajosa a venda de carne com osso
08/04/15 
Com a alta da carne bovina com osso na última semana houve melhora da margem de comercialização da indústria que não realiza desossa. O boi casado de animais castrado subiu para R$9,20/kg. A alta semanal foi de 7,4%.

O Equivalente Scot Carcaça, que considera a receita obtida com a venda de carne com osso, couro, sebo e demais subprodutos, em relação ao preço pago pela arroba, está em 13,7%.

Este resultado está abaixo da média histórica, de 15,0%, no entanto, está melhor em relação à semana passada, quando chegou a 8,4%.

De qualquer maneira, está mais vantajosa a comercialização de carne com osso em relação à desossada. Historicamente o retorno com a venda de carne sem osso é maior.

O Equivalente Scot Desossa, que considera a venda de carne desossada, couro, sebo e demais subprodutos, em relação ao preço pago pela arroba, está em 10,5%.

O cenário de margens reduzidas representa a dificuldade de o frigorífico repassar as altas do mercado do boi gordo para a carne, dado o consumo enfraquecido. Assim, se o consumo não colabora, é possível que o patamar atual de preços não se sustente.


Soja incrementa agronegócio em Goiás


Soja incrementa agronegócio em Goiás
08/04/15 
A soja é a principal oleaginosa produzida e consumida no mundo. A produção mundial de soja na safra 2013/14 de 283,54 milhões de toneladas. A área plantada ficará em 111,58 milhões de hectares. A produtividade estimada para a safra foi de 2.541 quilos por hectare. O Brasil e os Estados Unidos estão páreo a páreo no ranking de maiores exportadores. O Brasil deverá produzir 88 milhões de toneladas de soja.

O Brasil ocupa o segundo lugar na produção mundial de soja, sendo o principal produto do agronegócio brasileiro. É a cultura que mais cresceu nas últimas três décadas e corresponde a 49,2 % da área total plantada em grãos. Segundo dados do Ministério da Agricultura, o Brasil exportou no último ciclo quase 42 milhões de toneladas do grão. Os Estados Unidos exportaram menos de 36 milhões de toneladas, volume abaixo do esperado devido à necessidade de recomposição dos estoques internos que foram afetados pela quebra no ano anterior. Outros países como Argentina, Paraguai e Canadá também estão na lista de maiores exportadores.

Para o ciclo 2013/14 a expectativa é que o Brasil se consolide como o maior exportador de soja do planeta. As primeiras estimativas apontam para um volume de 42,50 milhões de toneladas a serem comercializadas. Os Estados Unidos virão logo atrás com 37,29 milhões de toneladas seguido da Argentina com 12,70 milhões, Paraguai com 5,50 milhões e do Canadá com 3,45 milhões de toneladas. Os outros países exportadores somam juntos 5,85 milhões de toneladas. O total a ser exportado na safra 2013/14 será de 107,83 milhões de toneladas.

Goiás ocupa hoje o 3º lugar na produção brasileira de soja com uma produção de 8,25 milhões de toneladas, safra 2011/2012, e um rendimento médio de 3.120 kg/ha, 17,7% acima da média brasileira. O complexo soja continua sendo o principal item da pauta de exportação, com valor em 2011 de US$1.806.579.000 o que corresponde a 32,2% do total das exportações do Estado.

A trajetória do agronegócio em Goiás tem-se mostrado bastante audaciosa e, principalmente, animadora, segundo manifestação dos pesquisadores Cláudia Barbosa Pimenta e Pedro Manuel Monteiro, este um dos pais do cultivo da soja no Cerrado, através da então Emgopa (Empresa Goiana de Pesquisa Agropecuária), função hoje atribuída à Emater-GO.

O setor ocupa lugar de destaque na economia, sendo responsável por 65% do PIB do Estado (Segplan). Conforme dados da Conab, o setor agrícola goiano cresceu mais de 89% nos últimos 11 anos, saindo de uma safra de 9,8 milhão de toneladas de grãos em 2002 para 18,6 milhões de toneladas de grãos em 2012.

Dentro desse contexto “observamos a importância que a parceria envolvendo a Emater/Embrapa/CTPA tem no crescimento do agronegócio do Estado”, ressaltam os dois pesquisadores agronômicos. O estabelecimento dessa parceria, em sua opinião, tem sido de vital importância para a cadeia produtiva, “pois, além de fortalecer o desenvolvimento de tecnologias de produção, contribui para um crescimento seguro do setor sementeiro, não permitindo que estes fiquem na total dependência das multinacionais”.

Ao mesmo tempo, ressaltam, “apresentando uma competição sadia que vem proporcionando o abastecimento de sementes com valores estáveis”. Goiás, devido a sua situação geográfica, detém uma importância significativa na produção de sementes para toda a Região Centro-Oeste. As empresas produtoras de sementes que compõem o CTPA são os principais responsáveis pelo abastecimento do Centro Oeste, bem como regiões Norte e Sudeste do País.

Hoje a parceria Emater/Embrapa/CTPA lança novas cultivares de soja convencional e transgênicas RR. O objetivo principal é o incremento de produtividade comparativamente com as cultivares existentes no mercado. Elas possuem alto potencial produtivo, resistentes às principais doenças a adaptadas às condições do Cerrado. Elas possuem características agronômicas relevantes que possibilitam o seu enquadramento no processo de complementaridade de uso e, sobretudo do atendimento às demandas de cultivares de ciclo de maturação que permitem a sucessão de culturas (a conhecida safrinha) cuja utilização é cada vez mais significativa.

Assim o crescimento da cultura da soja previsto pela Conab para o ano agrícola 2012/2013 deverá situar-se entre 5,5 a 9,1%.

O complexo soja é, sem dúvida, o setor mais relevante na economia de Goiás. Na opinião de Cláudia e Pedro “o desenvolvimento do processo de geração de tecnologias por parte dos órgãos públicos constitui a manutenção de um crescimento sólido sem riscos e nem vulnerabilidade”.

(Wandell Seixas é jornalista voltado para o agro, bacharel em Direito e Economia pela PUC-Goiás, assessor de imprensa da Emater-Goiás, ex-bolsista em cooperativismo agropecuária pela Histradut, em Tel Aviv, Israel, e autor do livro O Agronegócio passa pelo Centro-Oeste)

TELECONFERÊNCIA MDS

Confira o que rolou na Teleconferência MDS desta semana sobre gastos no pagamento dos profissionais das equipes de referência do Suas.
Nesta edição, a Teleconferência MDS esclarece as Orientações Técnicas sobre os Gastos no...
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Aveia branca e canola devem ter aumento de área em lavouras de Ijuí


Aveia branca e canola devem ter aumento de área em lavouras de Ijuí
08/04/15
A perspectiva de redução de plantio de trigo na safra desse ano leva agricultores a repensar cultivo de culturas de inverno. O técnico agrícola do escritório local da Emater em Ijuí, Édio Korb, ressalta que no município existe tendência dos produtores ampliarem a área com aveia branca, produto que é mais resistente que o trigo.

Além disso, a aveia branca serve para alimentação animal e comercialização. Édio Korb observa que o plantio da cultura pode aumentar em 20% em 2015, num comparativo com a safra passada nas lavouras ijuienses, e totalizar entre 6 e 7 mil hectares.

Em relação ao trigo, a Emater calcula que possa haver grande diminuição nessa safra. Dos 18 mil hectares de 2014, nesse ano o cereal pode ter redução de 8 mil hectares em Ijuí. Baixo preço da saca de trigo, falta de comercialização e altos custos de produção podem influenciar diretamente nessa queda de área de trigo. Com menos trigo, outra cultura que pode ter incremento em Ijuí é a canola, até porque possui comercialização garantida na parceria com empresas.

Cães e gatos não pagarão passagem para andar em ônibus em Porto Alegre

Cães e gatos de pequeno porte poderão ser transportados em ônibus, lotações e táxis de Porto Alegre nos próximos dias e os donos não precisarão pagar nada a mais por isso. Embora a cobrança esteja em aberto no projeto de lei, a decisão, que cabe à Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), já adiantou que decidirá pela gratuidade.
A lei que permite o transporte de animais domésticos foi aprovada nesta quarta-feira pela Câmara e aguarda sanção do prefeito e a publicação no Diário Oficial para entrar em vigor.
Aprenda a transportar seu pet com segurança
Em São Paulo, onde uma lei muito semelhante foi aprovada há um mês, cada animal paga o valor de uma passagem, mas somente se ocupar um assento no ônibus ou na lotação.
— Preferimos evitar esse confronto. Assim, vamos estabelecer que o animal não pode ocupar o lugar de uma pessoa, ficar no colo, por exemplo, e não pagará por isso — explicou o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.
Quanto aos táxis, a principal mudança, aponta o diretor, é que, até então, o transporte de um animal dependia de um "acordo" entre o motorista e o proprietário. Agora, o taxista obrigatoriamente deve transportar. Quanto à cobrança por isso, ela deve ser feita apenas se o animal se somar a outros objetos e exceder o limite de volumes, aí passa a valer a medida já em vigor.
Leia as últimas notícias sobre Porto Alegre
A lei aprovada impõe limites: quanto ao peso do animal (cães e gatos de até 10 quilos), do número de animais (são quatro por viagem) e de horário de transporte (fica permitido das 10h às 16h e das 21h às 6h).
Para ter direito a transportar seu animal, o proprietário deverá, segundo o projeto, apresentar carteira de vacinação atualizada, na qual conste, pelo menos, as vacinas antirrábica e polivalente em dia, e o bicho deverá estar limpo e acomodado em caixa apropriada, isenta de dejetos, água e alimentos, que seja à prova de vazamentos e resistente, para garantir segurança, higiene e conforto próprio e dos passageiros e funcionários dos veículos.
Pelo projeto, se houver necessidade de limpar a caixa durante o trajeto do ônibus ou da lotação, o responsável pelo animal descerá no ponto de parada mais próximo. Caso o animal passe a emitir ruídos perturbadores durante a viagem, deverá ser solicitado o desembarque ao passageiro.

Em risco ! Instituto Nacional de Câncer alerta para excesso de uso de agrotóxicos no Brasil

Segundo documento da instituição, país é o maior consumidor mundial de pesticidas

Alerta: Brasil é o maior consumidor mundial de pesticidas:
O Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgou nesta quarta-feira documento em que se posiciona contra "as práticas de uso de agrotóxicos no Brasil" e ressalta os riscos à saúde do uso desses produtos químicos. A intenção é fortalecer a regulação e controle dessas substâncias e incentivar a agricultura orgânica.

Pesticidas podem alterar qualidade do esperma, aponta estudoUso de agrotóxicos eleva o risco à saúde de trabalhadores rurais
O documento chama a atenção para o fato de o Brasil ser, desde 2009, o maior consumidor mundial de agrotóxicos, com consumo médio mensal de 5,2 quilos de veneno agrícola por habitante. A venda de agrotóxicos no País passou de US$ 2 bilhões para US$ 8,5 bilhões entre 2001 e 2011.

Leia mais notícias de saúde e bem-estar"É importante destacar que a liberação do uso de sementes transgênicas no Brasil foi uma das responsáveis por colocar o País no primeiro lugar do ranking de consumo de agrotóxicos, uma vez que o cultivo dessas sementes modificadas exigem o uso de grandes quantidades desses produtos", diz o texto.
As intoxicações agudas por agrotóxicos atingem os trabalhadores rurais, que sofrem com irritação da pele e olhos, cólicas, diarreias, dificuldades respiratórias, convulsões e morte.
— Há uma subnotificação da intoxicação aguda porque nos serviços de saúde muitas vezes os sintomas são confundidos com uma virose. Em 2013, houve 5.500 casos registrados. A Organização Mundial de Saúde estima que, para cada caso notificado, outros 50 não foram comunicados — afirma Márcia Sarpa de Campos Mello, da Unidade Técnica de Exposição Ocupacional e Ambiental do Inca.
Os agrotóxicos também provocam efeitos por conta da exposição crônica às substâncias químicas, como infertilidade, impotência, abortos, malformações e câncer, informa o documento.
"Vale ressaltar que a presença de resíduos de agrotóxicos não ocorre apenas em alimentos in natura, mas também em muitos produtos alimentícios processados pela indústria, como biscoitos, salgadinhos, pães, cereais matinais, lasanhas e outros que têm como ingredientes o trigo, o milho e a soja", diz o texto.
Já o nutricionista do Inca, Fabio Gomes, lembra que "a preocupação com agrotóxicos não pode significar a redução do consumo de frutas, legumes e verduras".
— São fundamentais em uma alimentação saudável e de grande importância na prevenção do câncer — declara.

Mapa e Reino Unido farão cooperação para assistência a pequenos produtores


Mapa e Reino Unido farão cooperação para assistência a pequenos produtores
08/04/15
Embaixada fará doação ao governo brasileiro para expandir classe média rural

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a embaixada do Reino Unido no Brasil celebrarão acordo para apoio a pequenos e médios produtores com o objetivo de expandir a classe média rural brasileira.

O governo britânico fará uma doação ao Brasil que deverá ser destinada ao programa de mobilidade social no campo – conjunto de ações que estão sendo desenhadas pelo Mapa com o objetivo de elevar para a classe C produtores que atualmente estão nas classes D e E. “Somos parceiros do Brasil em duplicar a classe média rural”, afirmou o embaixador do Reino Unido, Alex Ellis.

Os detalhes do termo de cooperação deverão ser divulgados no momento da assinatura, o que está previsto para ocorrer no final de abril.

“Este programa pretende mudar a vida de 100 mil produtores porque eles receberão assistência técnica qualificada para venderem bem seus produtos e melhorarem a renda”, disse a ministra Kátia Abreu.

Estoques de soja em Santos já são insuficientes para exportações, diz Abiove


Estoques de soja em Santos já são insuficientes para exportações, diz Abiove
08/04/15 
Grandes empresas exportadoras de soja que operam na margem direita do porto de Santos não têm mais estoques suficientes para manter o ritmo habitual de embarques, após a restrição de acesso para caminhões devido a um incêndio na entrada do porto, disse nesta terça-feira a Abiove, entidade que reúne as grandes indústrias e tradings do setor.

"Os estoques do porto não seguram mais os embarques na margem direita", disse à Reuters o gerente de economia da Abiove, Daniel Furlan Amaral.

A soja foi, em março, o principal produto de exportação do Brasil. Com o escoamento da safra, a tendência é de que o grão ganhe ainda importância para a balança comercial brasileira.

O porto de Santos, que sofre há seis dias os impactos de incêndio em terminal de armazenagem de combustíveis no distrito da Alemoa, é o principal canal de exportação da oleaginosa do Brasil.

Desde segunda-feira as autoridades proibiram a entrada de caminhões na margem direita do porto, para evitar congestionamentos na cidade e colaborar com o trabalho do Corpo de Bombeiros.

O acesso de caminhões aos terminais da margem esquerda, no município de Guarujá, assim como o fluxo de trens nas duas margens, não foi interrompido.

Em conversa com empresas associadas da Abiove, Amaral ouviu relatos de atrasos nos embarques de navios e formação de filas de embarcações, com risco de pagamento de multas.

"Tem empresas que não estão recebendo mercadorias há três ou quatro dias... Algumas empresas estão recebendo apenas 20 por cento do volume total (que costumam receber)", disse o executivo.

O Brasil está entrando na principal fase das exportações de soja, após a colheita de uma safra recorde na temporada 2014/15.

A proibição de acesso de caminhões também está represando a cadeia logística no interior do país, disse o representante da Abiove.

"Uma empresa falou para mim que tem mais de mil caminhões parados no caminho (até Santos). Toda a parte de originação de mercadorias foi parada porque não adianta carregar caminhão e ficar com ele parado na estrada", afirmou ele, evitando revelar os nomes das empresas.

Alguns terminais da margem direita do porto contam com recebimento por meio de ferrovia, mas outros dependem quase que exclusivamente dos caminhões.

Empresas também relataram à Abiove que a velocidade dos trens na região está abaixo do normal, ampliando as dificuldades no abastecimento dos terminais graneleiros.

A linha férrea de acesso à margem direita passa a poucas dezenas de metros do local onde ocorre o incêndio.

As autoridades de Santos determinaram que a restrição aos caminhões ocorra até sexta-feira. A situação, no entanto, é reavaliada a cada 12 horas e uma liberação antecipada pode ocorrer caso o quadro na região melhore.

Segundo a Abiove, os embarques de grãos na margem direita só começarão a voltar ao normal no domingo, após uma liberação do tráfego de caminhões na sexta-feira.

Maioria da população não consome porção de frutas e hortaliças sugerida pela OMS


Maioria da população não consome porção de frutas e hortaliças sugerida pela OMS
08/04/15 
Pesquisa mostra que 24,1% dos brasileiros ingerem a quantidade de frutas e hortaliças recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A quantidade recomendada é 400 gramas diários, em cinco ou mais dias da semana. Entre os homens, o percentual verificado pela pesquisa é ainda menor: apenas 19,3% atendem às recomendações. Entre as mulheres, o consumo atinge 28,3% do total.

Os dados, que fazem parte da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2014, foram divulgados nesta terça-feira (07.04) pelo Ministério da Saúde.

O estudo mostra ainda que 29,4% da população ainda consomem carne com excesso de gordura. Os homens ingerem duas vezes mais: 38,4%. Entre as mulheres o índice é 21,7%. Os números indicam também que o brasileiro tem diminuído a ingestão de refrigerante – item que caiu 20% nos últimos seis anos. Entretanto, mais de 20% da população ainda tomam desse tipo bebida cinco vezes ou mais na semana.

Em relação aos alimentos mais consumidos pelos brasileiros, o Vigitel mostrou que o consumo regular do feijão em cinco ou mais dias da semana está presente em uma escala correspondente a 66% da população. O percentual foi maior entre os homens – 73% – ao passo que, entre as mulheres, o consumo de feijão equivale a 61%.

Lagarta do cartucho é principal praga observada nas lavouras


Lagarta do cartucho é principal praga observada nas lavouras
 
O Circuito Tecnológico – Etapa Milho foi iniciado nesta segunda-feira (6) com as quatro equipes da Aprosoja, da Embrapa e parceiros percorrendo propriedades rurais em todo o Estado para fazer um “raio X” sobre a produção do milho em Mato Grosso.

Nas primeiras propriedades rurais visitadas já foi possível observar a ocorrência de Spodoptera Frugiperda, popularmente conhecida como a “lagarta do cartucho” em alguns pontos das lavouras.

A incidência da praga ainda é considerada pequena, mas serve de alerta para que os produtores mantenham as boas práticas de manejo, como a utilização da área de refúgio e aplicação de inseticidas.

“Nessas primeiras áreas que fomos já vimos a existência da lagarta, mas em incidência muito baixa. Mesmo assim é importante que haja um monitoramento desses locais. Apesar disso, de maneira geral, nós podemos dizer que as lavouras estão em estado produtivo muito bom”, ressaltou o pesquisador da Embrapa, Alexandre Ferreira.

Nesta terça-feira (7) as equipes seguem viagem para alcançar a meta de visita a 150 propriedades rurais até o final da semana. O Circuito Tecnológico – Etapa Milho tem objetivo de avaliar também a eficiência da tecnologia transgênica de milho Bt, bem como a verificar as pragas presentes nesta cultura e evolução dos cultivares.

Evento - Este já é o segundo ano de realização do Circuito Tecnológico – Etapa Milho. O evento, que é idealizado pela Embrapa e a Aprosoja, está sendo realizado entre os dias 6 e 10 de abril em diversas lavouras de milho, para compilar dados obtidos diretamente dos produtores para traçar um “raio x” sobre o cultivar no Estado, com a parceria do Imea e patrocínio de Syngenta e Kleffmann.

Fertec apresenta produto para indução da floração do limão


Fertec apresenta produto para indução da floração do limão
 
Com cultivo desde os anos 60, o mais produzido no Brasil é o limão Tahiti (Lima Ácida), nome emprestado do país de onde, provavelmente, a variedade se disseminou para outras regiões do mundo. Devido aos usos diversificados, o limão tem mercado certo. Além disso, seu cultivo é fácil, e a árvore demanda pouco espaço.

A indução da floração do limão é uma pratica muito usada, gerando a produção de frutos na entressafra, evitando que o produtor tenha perdas financeiras em diversos momentos ao longo do ano.

Para conseguir que o produtor tenha frutos saudáveis durante o ano todo, a Fertec apresenta o NYon Kalcium Ferti + NYon Lemon, fertilizantes nanoparticulados, específicos para uso na produção. Com uma combinação de nutrientes, como Cálcio, Cobre, Cobalto, Zinco e Molibdênio, garante melhor coloração de frutos, com verde mais intenso e menor incidência de deficiência de Cálcio.

“A linha NYon focada na indução de floração permite um desenvolvimento de frutos maiores com todas as qualidades que necessita para o mercado com todas as qualidades que os frutos colhidos na safra, garantindo assim, ganhos ao produtor”, revela Fernando Paiva, diretor de P&D da Fertec.
 
As zonas citrícolas do Brasil 
Nas zonas citrícolas tradicionais do Brasil, localizadas no centro-oeste do estado de São Paulo, o que comanda a emissão floral é somente o déficit hídrico no solo, porque as temperaturas de inverno não são suficientemente baixas. Já na região sudeste do Estado de SP, tanto as baixas temperaturas de inverno e o déficit hídrico no solo, poderão comandar a emissão floral de acordo com as condições climáticas de cada ano agrícola.

Setor arrozeiro acredita em estabilidade a partir de alta nas exportações


Setor arrozeiro acredita em estabilidade a partir de alta nas exportações
07/04/15 - 15:58 
Alta de 186% no volume exportado em março deve trazer novo cenário para o mercado do grão neste momento

As exportações de arroz em março, que ultrapassaram as 142 mil toneladas, conforme números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), representando uma alta de 186% em relação à fevereiro, foram comemoradas pelo setor arrozeiro gaúcho. Um dos motivos desta alta foi a saída de 61,7 mil toneladas de arroz branco para o Iraque.

Conforme o presidente da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Henrique Dornelles, esta elevação vem em um bom momento especialmente depois de dois meses tímidos na exportação do grão. Além do país do Oriente Médio, o mercado africano para o arroz quebrado também foi destaque no mês passado. "No mês de março tivemos um número bastante expressivo principalmente por causa desta operação com o Iraque que desencadeou no embarque de dois navios. Entretanto, pelos meses que tivemos abaixo da média, chegamos volume estável de 60 mil toneladas por mês", salienta.

Em outra ponta, as importações de arroz foram de 45,8 mil toneladas, 4% a menos que fevereiro. O principal parceiro comercial do país vem sendo o Paraguai, responsável por 72% deste volume, ou seja, 33,1 mil toneladas. Além disso, a Guiana vem aparecendo como um importante mercado de importação, com 7,95 mil toneladas. Para Dornelles, o fato indica que a demanda pelo grão está aquecida. "Isso vem em uma época muito boa, na parte final da colheita e, especialmente, para a região sul do Estado, que está colhendo uma boa safra e a demanda da exportação vem provocando alta nos preços", observa.